quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Biotecnologia Brasil


Mes passado a empresa brasileira SUPERBAC, foi inaugurada em Omã, Oriente Médio com o objetivo de levar um sistema de biotecnologia capaz de reduzir a quantidade de hidrocarbonetos presentes na água produzida de petróleo das grandes companhias petrolíferas do Oriente Médio.
O sistema consiste em microorganismos de ocorrencia natural, não patogenicos e não modificados geneticamente.
A água tratada pelo sistema biotecnológico pode ser usada novamente na agricultura e na própria indústria.

A SUPERBAC é a responsável pelo projeto parceiro da natureza junto com escolas municipais do Brasil.

Seeya

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Biodiversidade em Teresópolis - RJ


Até o dia 5 de setembro, o público poderá ver, na Galeria da Casa de Cultura Adolpho Bloch (Praça Juscelino Kubitschek, s/nº - Teresópolis), a exposição “Raiz – A Natureza como Ensinamento”. A mostra, inaugurada em 14 de agosto reúne cerca de 20 esculturas, feitas a partir de raízes de árvores, confeccionadas pelo artista plástico Amabílio Macedo. A visitação acontece de segunda a sábado, das 9h às 18h.

As peças, em variados tamanhos e formatos, não têm forma clara definida, já que obedecem ao próprio formato da raiz. Ao mesmo tempo, permitem as mais diversas interpretações. Militar reformado, Amabílio Macedo iniciou a atividade há 26 anos, em seu sítio, em Guapimirim, por acaso.

O trabalho do artista, no entanto, não está em modificar a forma das raízes e sim revelá-las. Ele limpa cada uma das raízes, retira a parte degradada, interferindo o mínimo possível, realiza polimento, identificando as formas, riscos e vincos existentes e, então, encera a raiz, transformando-a em uma escultura. O trabalho se tornou uma filosofia de vida para Amabílio, que busca revelar a beleza da própria raiz, fazendo uma analogia ao homem. Ele faz questão de transmitir este ensinamento por onde quer que passe.

As esculturas do artista, que levam em média dois meses para ficarem prontas, já estiveram expostas no Sesc, Jardim Botânico, Aeroporto Internacional, escolas do Rio de Janeiro e de diversas outras cidades. Ao longo dos 26 anos de carreira, Amabílio já confeccionou mais de 300 peças feitas com raízes de árvores e adianta que poucas delas foram vendidas.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Teresópolis

Seeya

domingo, 22 de agosto de 2010

Biodiversidade do cerrado

Foto: Poço do Sucuri - Goiás.

O cerrado brasileiro é considerado o segundo maior bioma brasileiro. São 22 por cento do território nacional caracterizados pela diversidade de natureza e de culturas. O Cerrado engloba os estados de Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, a faixa central do estado de São Paulo, uma pequena porção no Paraná, sul do Maranhão, oeste da Bahia e enclaves localizados no Amapá e extremo norte do Pará.

O Cerrado é a savana mais rica em biodiversidade do mundo. Estimativas indicam que existem cerca de 10 mil espécies só de plantas no Cerrado. Destas, 45 por cento são exclusivas (endêmicas). As diferentes paisagens tornam o Cerrado um mosaico de beleza incomparável.

No Cerrado, encontra-se um dos maiores patrimônios da biodiversidade mundial. Suas espécies vegetais e animais são conhecidas ancestralmente devido ao seu enorme potencial farmacológico e alimentar. Plantas nativas adaptadas aos longos períodos de seca típicos do clima do Cerrado podem guardar a chave genética para a sobrevivência de espécies em situações de aumento da temperatura global.

Apesar de seu enorme valor para a humanidade, o Cerrado está ameaçado. O desmatamento acelerado nas últimas décadas para a produção agrícola e pecuária, aliado à expansão urbana, reduziram a cobertura vegetal do Cerrado a pouco mais da metade do que foi um dia. Então, quando se afirma que o Cerrado abrange 204 milhões de hectares, não significa que o bioma esteja preservado em toda a sua extensão. Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o bioma brasileiro mais ameaçado pela ação humana.

A região também é estratégica em relação aos recursos hídricos. No Cerrado, nascem os rios que formam seis das principais regiões de hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica.

O potencial hídrico do Cerrado dá ao bioma o título de Berço das Águas. Até mesmo a bacia hidrográfica do Amazonas recebe as águas que brotam no Cerrado.


O projeto USUBIO – Uso sustentável da Biodiversidade do Cerrado é um projeto do INPN- Instituto Sociedade, População e Natureza que busca o fortalecimento das comunidades locais do cerrado para a manutenção das funções ecossistêmicas desse bioma.


Esse projeto contribui para o envolvimento das populações locais, por meio do estímulo às discussões sobre o impacto de suas atividades produtivas no âmbito local-nacional e às reflexões para a busca das melhores práticas de gestão e de geração de renda, desenvolvidas a partir do uso consciente dos recursos naturais do Cerrado.

Com isso, as comunidades locais, povos indígenas, assentados de reforma agrária e agricultores familiares do Cerrado transformam-se em protagonistas do projeto. Assim é possível integrar, de forma sustentável, o homem e a natureza.

A execução do USUBIO iniciou-se em abril de 2009, em parceria com o Fundo Finlandês para a Cooperação local, PPP-ECOS, Central do Cerrado, UNB e Ministério do Desenvolvimento Agrário.


Seeya

sábado, 21 de agosto de 2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Massacre da Biodiversidade no Rio de Janeiro


Moradores da região que abrange as lagoas da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, afirmam que estão sofrendo com o mau cheiro causado pela poluição das lagoas.

Os pescadores também afirmam que são prejudicados com a alta mortandade dos peixes devido à falta de oxigênio.

A ressaca e o vento forte revolveram o fundo das lagoas (fundo com lixo sanitário) liberando gases e deixando a cor da água escura, visivelmente imprópria para a pesca.

Segundo a secretária estadual do ambiente, Marilene Ramos, não é possível resolver a situação dos peixes enquanto não for feita a despoluição da lagoa.

"Enquanto nós não conseguirmos completar o sistema de esgotamento sanitário de toda essa bacia contribuinte que envolve todo o bairro de Jacarepaguá, da Barra da Tijuca e do Recreio, que já avançamos bastante, e além disso fazer uma dragagem grande da lagoa para tirar esse volume de lodo que hoje está no fundo da lagoa, não é possível trabalhar a questão dos peixes", disse.

Fonte: G1

Enquanto isso as lagoas continuam o papel de fossas a céu aberto o mesmo o que ocorre com a Lagoa de Piratininga- Niterói.

Seeya.


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O ingá de Santos a Brasília



Santos está em um dos 17 estados brasileiros inseridos num dos biomas mais ricos em biodiversidade do planeta, A MATA ATLÂNTICA, que apresenta fauna, fauna, flora e recursos hídricos não encontrados em nenhum lugar.

Em Santos a grande área continental fica localizada em uma unidade de conservação ambiental, o Parque estadual da Serra do Mar. Para se ter dimensão da diversidade da região, na Serra do Mar existem espécies ameaçadas de extinção, raras e em perigo, como as árvores canela-preta, jacarandá, jequitibá, samambaias, bromélias e orquídeas.

No entanto, outra árvore chama atenção em Santos. Os pés de Ingá. A árvore alcança a altura de 15 metros. Suas folhas apresentam nectários (glândulas produtoras de néctar) que atraem formigas, protegendo as árvores de pragas. O tronco é acinzentado e recoberto por manchas brancas (lenticelas).

A floração ocorre várias vezes por ano, com flores que são muito visitadas por abelhas selvagens e Apis mellfera , que produzem um ótimo mel.

Produz frutos em vagem, com polpa branca, adocicada e levemente fibrosa, rica em sais minerais, que deve ser consumida ao natural. Costuma servir de alimento para humanos e para diversas aves, como papagaios e, de modo particularmente estridente, para o periquito-de-asa-amarela.




Em Brasília encontramos os ingás na câmara dos deputados no chamado, estacionamentos dos ingás que vale a pena ser visitado. E assim pelo Brasil inteiro.

Seeya.